PPGIZT PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO INTEGRADO EM ZOOTECNIA NOS TRÓPICOS CAMPUS PARAUAPEBAS - GERÊNCIA ACADÊMICA Téléphone/Extension: 94992688315

Banca de DEFESA: ARTHUR DA SILVA COBAS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ARTHUR DA SILVA COBAS
DATA : 12/12/2025
HORA: 08:30
LOCAL: meet.google.com/vsd-xpsz-eom
TÍTULO:

INOCULAÇÃO COM Azospirillum brasilense NO CONSÓRCIO MILHO E Urochloa brizantha CV. MARANDU: IMPACTO NA PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DA SILAGEM NA REGIÃO SUDESTE DO PARÁ



PALAVRAS-CHAVES:

fixação biológica de nitrogênio; qualidade nutricional; sistemas integrados de produção.


PÁGINAS: 36
RESUMO:

Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da inoculação com Azospirillum brasilense em sistemas consorciados de milho (Zea mays L.) e Urochloa brizantha cv. Marandu, analisando seu impacto sobre a produtividade e a qualidade da silagem na região sudeste do Pará. O experimento foi conduzido em blocos casualizados, com oito tratamentos (milho e forrageira cultivados solteiros e consorciados, com e sem inoculação) e quatro repetições. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA) utilizando o programa estatístico AgroEstat, e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Foram avaliados parâmetros agronômicos, produção de massa seca e composição química das plantas e da silagem. Os resultados mostraram incremento significativo na produção de massa seca do milho inoculado em consórcio (Mi+Ui = 17,25 t·ha⁻¹), em comparação ao consórcio sem inoculação (M+U = 10,71 t·ha⁻¹; p < 0,05). Para a Urochloa, os maiores teores de proteína bruta foram observados nos tratamentos inoculados (Ui = 16,40%; Mi+Ui = 16,37%), com diferenças estatísticas (p < 0,05), enquanto no milho os valores variaram de 4,71% (M+Ui) a 6,33% (Mi+Ui; p < 0,05). Na silagem, os teores de proteína bruta permaneceram entre 6,05% e 6,49%, sem diferenças significativas (p = 0,7461); entretanto, houve efeito da inoculação sobre a fibra em detergente ácido (FDA), com maiores valores em M+U (31,47%) e M+Ui (33,13%) em comparação ao milho inoculado (Mi = 26,31%) (p = 0,0114). Na Urochloa, a clorofila aumentou com a inoculação (Ui = 37,50; Mi+Ui = 36,98 vs. Us = 33,30; p = 0,0062), enquanto a massa seca de forragem total (MSFT), de lâmina foliar (MSLF) e de colmo (MSC) não apresentaram diferenças entre os tratamentos (p > 0,05). Conclui-se que a inoculação com A. brasilense promoveu ganhos produtivos e nutricionais, reduzindo a dependência de fertilizantes nitrogenados e configurando-se como alternativa sustentável para a intensificação da pecuária na Amazônia.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - EDUARDO LUCAS TERRA PEIXOTO - FUFGD
Externa à Instituição - LUMA CASTRO DE SOUZA - UFMA
Externo ao Programa - 1067653 - PERLON MAIA DOS SANTOS - nullPresidente - 1143911 - RAYLON PEREIRA MACIEL
Notícia cadastrada em: 11/12/2025 16:05
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